quarta-feira, 11 de junho de 2014

Matemática e História em Quadrinhos.

 PORQUE É IMPORTANTE  ENSINAR MATEMÁTICA ATRAVÉS DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS





O contexto educacional que vivemos retrata a falta de interesse dos jovens pela leitura, principalmente de textos que envolvem conhecimentos matemáticos. No entanto, podemos perceber o interesse deles pelas histórias em quadrinhos, pois além da linguagem materna, outros fatores de grande atrativo para os jovens leitores são utilizados, como as ilustrações e a linguagem figural. De acordo com um artigo de Serpa e Alencar sobre histórias em quadrinhos em sala de aula, publicado em 1988, na revista Nova Escola, constatou-se, após uma pesquisa sobre hábitos de leitura dos alunos, que todos gostavam mais de ler quadrinhos do que qualquer outro tipo de publicação. Essa pesquisa confirmou o que todo professor conhece na prática em sala de aula: as histórias em quadrinhos seduzem os leitores, proporcionando uma leitura prazerosa e espontânea.
Os quadrinhos vêm ao encontro da necessidade da educação, a fim de motivar os alunos para a leitura e o aprendizado da matemática, despertando o interesse, seduzindo sua imaginação e ampliando os horizontes de conhecimento da criança. A história em quadrinhos influencia a estrutura mental da criança de maneira diferente da que ocorre com os conhecimentos mecânicos, formais e fragmentados, aos quais as crianças são apresentadas e que são desvinculados da realidade delas. As histórias aumentam a motivação dos estudantes, pois, em geral, eles as recebem de forma entusiasmada, motivando-os à participação ativa nas aulas, facilitando o entendimento dos conteúdos abordados, aguçando a curiosidade e desafiando o senso crítico. Elas estimulam a imaginação e a criatividade e, fundamentalmente, despertam o interesse pela leitura e escrita, contribuindo para a produção de textos, além de desenvolver temas importantes como respeito, ética, valores,  e deixar clara a importância da matemática nas questões do dia-a-dia para uma aprendizagem significativa.
As palavras e imagens, juntas, ensinam de forma mais eficiente, pois a interligação do texto com a imagem, existente nas histórias em quadrinhos, amplia a compreensão de conceitos de uma forma que qualquer um dos códigos, isoladamente, teria dificuldades para atingir. A imagem deve ser vista como parte integrante do processo de significação por auxiliar o aluno a compreender o texto, pois a criança não lê apenas as palavras em um livro, mas “lê”, ou atribui sentido, também considerando as ilustrações, bem como o contexto social em que a leitura se dá.



Os Números Racionais Vamos Trabalhar

Os números racionais vamos trabalhar.

Precisamos nos lembrar,                                          
que para adicionar ou subtrair
números envolvendo frações,
quando os seus denominadores
não são iguais
precisamos assim calcular
o seu mmc e a seguir,
um denominador comum achar,
para depois operar
os seus numeradores,
e sempre que for possível
 o seu resultado simplificar
e desta maneira
a solução encontrar.

Precisamos no lembrar,
que para adicionar e subtrair
números envolvendo frações,
quando os seus denominadores
forem iguais
é muito simples, só temos que os denominadores
operar,
sendo que o denominador
permanece igual e,
nunca esquecendo,
que sempre que possível,
o resultado simplificar.

Precisamos nos lembrar,
que para o produto, entre duas
frações encontrar
á bem de facilitar,
primeiro vamos tentar
 simplificar os números comuns,
que entre o numerador e o denominador,
Possamos encontrar,
para desta maneira multiplicar,
o numerador pelo numerador,
e o denominador pelo denominador
e desta maneira
a solução encontrar.

Precisamos nos lembrar,
que para a divisão,
entre duas frações realizar,
a idéia é de multiplicar,
a primeira fração
pela inversa da segunda,
não esquecendo,
que na multiplicação
 podemos simplificar
e dessa forma facilitar
a maneira de como
ao resultado chegar.





segunda-feira, 9 de junho de 2014

Cantando e Aprendendo Matemática.






CANÇÃO DOS RACIONAIS



Será que você conhece o conjunto Q? Ele é dos racionais, nós vamos aprender.
Pegue logo seu "a" e divida por "b", "a"pertence aos inteiros e o seu "b" também.
(Mas tome cuidado com esse seu "bezinho", esse "bezinho" não pode ser o zero,
pois não existe essa tal divisão) Bis.
Os Inteiros, naturais, dízimas periódicas são exemplos de racionais 
e não esqueça os decimais também.
(Todo racional pode ser representado, representado em uma reta numerada e também, também na forma de fração) Bis



(TCHÊ TCHÊ RERE...TCHÊ TCHÊ...
TCHÊ RERE...TCHÊ TCHÊ...
TCHÊ RERE...TCHÊ TCHÊ...
TCHÊ, TCHÊ TCHÊ
SOU RACIONAL MUITO PRAZER) Bis




Sugestões para trabalhar Música e Matemática.







       Paródia para  fixar a regra de sinais da multiplicação e divisão de números inteiros.


Tá na hora , tá na hora
Multiplicar e dividir
Se os sinais forem iguais
positivo vai surgir
Mas agora vê se lembra
De uma outra condição
se os sinais são diferentes
Negativos ficarão
Cadê ( 3x) o meu sinal
meu sinal que estava aqui
e agora está ali.








        Paródia da música da Chapeuzinho Vermelho sobre os Conjuntos Numéricos da               Matemática:


Junto com meus colegas
Os conjuntos "vô" aprender
Fazendo desse jeito é difícil esquecer
Primeiro os Naturais
Os Inteiros a seguir
Agora os Racionais também chegam por aqui
Eu vou, eu vou agrupar agora eu vou
Eu vou, eu vou ordenar agora eu vou
Raízes não-exatas
Dízimas sem período
Os Irracionais assustaram todo mundo
Agora pra fechar
Mais um conjunto vem aí
Os Números Reais a todos vão unir










domingo, 8 de junho de 2014

A Música na Matemática.

                                              
                                                       
             
                                                 Música e Matemática

          A Paródia é uma imitação de músicas, filmes e composições literárias. Pode ser que não sejamos especialistas em interpretar, cantar, basta um pouquinho de criatividade para que essa ferramenta seja colocada em prática. Essa atividade pode ser utilizada em aula, assim professor e alunos tocam e cantam e depois discutem o conteúdo.

            Leia o que dizem alguns estudiosos sobre o assunto:

         Alguns professores/educadores matemáticos, entre eles, Negreiro, Batista, Ferrari, já fazem uso da Música como recurso didático, apesar de nenhum deles terem publicações acadêmicas a respeito, mas têm propriedade em falar sobre esse recurso porque utilizam em suas salas de aulas já há algum tempo, mostrando que a aprendizagem da Matemática não deve ser passada como outrora fizera tornando-a uma disciplina técnica e sem funcionalidade, mas, que ao ensinar Matemática ensinamos conceitos, procedimentos, atitudes, princípios nos quais os alunos vêem como algo do cotidiano.

         Trabalhar com a matemática e a música como uma abordagem de ensino com os meus alunos durante alguns anos me mostraram a eficácia e relevância para o ensino de uma disciplina como esta que muitas vezes é vista pelo aluno como amais difícil dentro do currículo da aprendizagem, e com este método tem sido gratificante acompanhar o desenvolvimento destes alunos tanto em termos de conteúdo como em termos de envolvimento e relacionamento entre eles e comigo professor da disciplina. Apesar de esta abordagem ser nova em termos de pesquisa científica, sabemos que a utilização da música juntamente com a matemática data desde a antiguidade em que os estudiosos chegaram a utilizá-la como bem discorre Granja dizendo:

      A aproximação entre a Música e a Matemática é tão antiga quanto à própria filosofia. Gradualmente, com a especialização das áreas do conhecimento em disciplinas, a Música foi-se distanciando da matemática ao ponto de muita gente achar no mínimo exótica essa      aproximação. (GRANJA, 2006, p. 98)

          Gardner (1994), com seu trabalho sobre as inteligências múltiplas, aproximou de novo esses dois conceitos, sobre música e matemática, embora com ressalva deque a inteligência matemática não implica necessariamente o desenvolvimento da inteligência musical ou vice-versa. Para ele, o ser humano possui um conjunto de diferentes capacidades, entre elas, a Musical - associada à capacidade de se expressar por meio da Música - ou seja, dos sons, organizando-os de forma criativa a partir dos tons e timbres.

            Inove a cada dia suas aulas sem perder o foco. Busque ferramentas, seja versátil e faça com que os alunos desejem suas próximas aulas.